quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Educação do Campo: um olhar histórico, uma realidade concreta

"Educação do Campo: um olhar histórico, uma realidade concreta" é o título do 2º artigo produzido por pesquisadores do GEPPPEC-UNESPAR-Campus Paranavaí e publicado na Revista de Educação UNIFIL. O artigo é de autoria de Fabiano de Jesus Ferreira (acadêmico de História) e Elias Canuto Brandão (orientador) e docente do Colegiado de Pedagogia da UNESPAR-Campus Paranavaí.

Um comentário:

  1. MEC SUSPENDE REPASSE DE RECURSOS PARA CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO DO CAMPO DA AESA/Arcoverde. Alunos de 13 municípios estão prejudicados.
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    Em 2010, mais de 400 pessoas concorreram ao vestibular na Autarquia de Ensino Superior de Arcoverde para o Curso de Licenciatura Plena em Educação do Campo, financiado pelo MEC/SECADI, parte do Programa de Apoio à Formação Superior em Licenciatura em Educação do Campo (PROCAMPO), criado especificamente para apoiar a implementação de cursos regulares de licenciatura em Educação do Campo em instituições públicas de ensino superior de todo o país (www.mec.gov.br).

    Do total de inscritos, 60 estudantes foram aprovados e matriculados para o curso de licenciatura com duração de 4 anos. Esses 60 estudantes são oriundos dos municípios do Agreste, Moxotó e Pajeú: Arcoverde, Buique, Ibimirim, Pedra, Venturosa, Pesqueira, Custódia, Sertânia, Tuparetama, Alagoinha, Caetés, Inajá e Itaíba. Entretanto, o recurso que garantia o curso gratuito para estudantes do campo foi liberado pelo MEC apenas no primeiro ano.

    No ano seguinte (2011), a AESA/CESA instituição aprovada no edital para oferecer o curso, foi informada que deveria aguardar a liberação de novos recursos para dar continuidade as ações. O que não aconteceu. Dessa forma, os estudantes perderam um período de aula e recentemente receberam a notícia do MEC que não tem orçamento previsto na SECADI para continuidade do curso.
    Não sabemos mais o que fazer, pois após um ano de espera nossa resposta é um ofício recebido esta semana dizendo que não há previsão orçamentária.

    Os estudantes que fizeram o vestibular para um curso financiado com recursos federais agora se veem diante da humilhação de talvez não concluirem.

    É essa a política do atual governo para apoio a Educação do Campo?
    É com esse respeito que são tratados estudantes oriundos do campo, que esperaram a vida inteira pela oportunidade de cursar o ensino superior e agora são tratados com esse descaso?
    O que fazer diante dessa situação?
    Como podemos continuar lutando por uma Educação do Campo enquanto política pública, se mais uma vez as ações desenvolvidas são temporárias e tangenciais?
    Como ficarão os estudantes desses cursos?
    Como esperar a mudança na educação básica sem garantir a formação dos docentes?

    SAIBA MAIS SOBRE EDUCAÇÃO DO CAMPO e o PROCAMPO/AESA no blog da Licenciatura - www.procampoaesa.blogspot.com

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